segunda-feira, 9 de novembro de 2009

É bom saber que você está aí!


Ganhei esse selinho LINDO da Bárbara, do Livros que eu já li. Amei!

As regras:
Qual o significado dos comentários que seus amigos fazem em suas postagens?

Eles são o reconhecimento do meu trabalho, dos meus textos, do compartilhamento de experiência com meus leitores. Cada um me toca de uma maneira, mas todos são muito especiais.

Indicar 6 blogs. (De preferência, daquelas pessoas que você corre nas suas portagens para ver se ela comentou):

- Menina da Bahia
- Mãe, esposa, dona de casa, trabalhadora....
- Um pouco de mim
- Livros de Bia
- Vem ni mim lili demorada
- La Sorcière

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

A Tragédia da Rua da Flores - Eça de Queiroz - Livros do Brasil

Silvia Calçada, leitora assídua e super participativa aqui do blog, escreveu uma resenha super legal sobre a obra. Ela sempre comenta meus posts por e-mail e eu adoro cada vez que vejo que minha caixa de entrada tem mais uma participação sua.

Confiram as palavras de Silvia sobre o clássico:

Muito antes de Hitchcock nascer, Eça poderia ter sido considerado o mestre do melodrama de suspense.

A despeito da falta de música, o ritmo da perseguição de Timoteo à Genoveva envolve o leitor de modo que este passa a fazer parte do cenário, sentindo-se também ele, o leitor, manipulado por Timoteo, o único a deter a clareza dos fatos. Protagonista e vilã, ambos prezam acima de tudo Vitor, jovem de vinte e dois anos, futuro advogado, herdeiro de Timoteo.

A sutileza com que o autor vai revelando os prenúncios da tragédia é digna do melhor dos trillers. Genoveva, aos dezesseis anos, é casada com Pedro em Lisboa, foge com outro homem e percorre uma carreira libertina como cortezã. Em Paris, sobrevive e ascende explorando os próprios dotes em detrimento do patrimônio do sexo oposto.

Retorna a Lisboa, aos trinta e oito anos e, já nos primeiros capítulos o ressentimento de Timoteo é expressado por palavras rancorosas que profere ao ver Mme de Molineux desembargando para ocupar sua nova residência, no quarto andar de um sobrado na rua das Flores. Não a reconhece de imediato. Mostra-a paulatinamente a si mesmo. Em princípio odeia-a por envolver-se com o sobrinho Vitor a quem ama, porém substima, tentando controlar seus gestos e sentimentos.

Ao descobrir que Genoveva e Mme. de Molineux são a mesma pessoa, Timoteo continua no controle não permitindo que Vitor descubra que a paixão que o arrebatara viera de sua própria mãe.

Eça, modestíssimo


Embora essa obra não tenha sido revisada pelo autor, ele mesmo a considera o melhor de seu legado: "uma verdadeira bomba literária e moral"... modestíssimo.

Longe de ser mais uma historinha sobre incesto baseada no mito de Édipo, a Tragédia da Rua das Flores traz em seu arcabouço, o decadente colonizador Europeu, a mediocridade de uma burguezia que se corrompe por dinheiro, colocando-o acima da espiritualidade, e o início de sua derrota intectual e filosófica diante da qual assistíamos os valores modernos misturarem-se com comportamentos tradicionais, em diálogos falaciosos, nos quais protagonista e antogonista, por cobiçaremm cada vez mais poder, acabam ambos por carregar o peso da própria mesquinhez.

É uma verdadeira arca de Nóe para os que estudam o fascismo a fim de criar meios de evitá-lo do ponto de vista profilático.

Tenho 50 e Odeio Timoteo

Fosse nos dias de hoje, Eça poderia ter partido dessa "ficção" para desenvolver uma tese de mestrado sobre o controle das massas, por meio do uso da força e da repressão libidinal, além do cerceamento econômico, claro. Li aos vinte e dois anos. Tenho cinquenta e ainda odeio Timoteo.

É uma obra ao mesmo tempo particular e plural. Eça remeteu-se aos gregos para escancarar as chagas de um Lisboa que, pouco após, autoritária entrégasse aos desmandos de um Salazar. Está tudo ali. Moralismo,burquesia, hipocresia e ganância, da cegueira do povo é que nasce o líder.

A Tragédia da rua das Flores é uma das mais lindas metáforas sobre o valor da razão.

Sobre o Autor


Diplomata e escritor muito apreciado em todo o mundo e considerado um dos maiores escritores portugueses de todos os tempos, Eça de Queirós nasceu José Maria Eça de Queirós, em Póvoa de Varzim-Portugal, no dia 25 de Novembro de 1845. Seu nome muitas vezes tem sido, de forma equivocada, grafado como "Eça de Queiroz".

Eça de Queirós morreu em Paris-França, no dia 16 de Agosto de 1900 (Funeral em Lisboa - 17 de Agosto)

Era filho do Dr. José Maria Teixeira de Queirós, juiz do Supremo Tribunal de Justiça, e de sua mulher, D. Carolina de Eça. Depois de ter estudado nalguns colégios do Porto matriculou-se na faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, completando a sua formatura em 1866. Foi depois para Leiria redigir um jornal político, mas não tardou que viesse para Lisboa, onde residia seu pai, e em 1867 estabeleceu-se como advogado, profissão que exerceu algum tempo, mas que abandonou pouco depois, por não lhe parecer que pudesse alcançar um futuro lisonjeiro. Era amigo íntimo de Antero de Quental, com quem viveu fraternalmente, e com ele e outros formou uma ligação seleta e verdadeira agremiação literária para controvérsias humorísticas e instrutivas. Nessas assembléias entraram Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Salomão Saraga e Lobo de Moura.

Estabeleceram-se então, em 1871, as notáveis Conferências Democráticas no Casino Lisbonense (V. Conferência), e Eça de Queirós, na que lhe competiu, discursou acerca do "O Realismo como nova Expressão de Arte", em que obteve ruidoso triunfo. Decidindo-se a seguir a carreira diplomática, foi a um concurso em 21 de Julho de 1870, sagrando-se o primeiro colocado e, em 1872, obteve a nomeação de cônsul geral de Havana, para onde partiu. Permaneceu poucos anos em Cuba, no meio das terríveis repressões do governo espanhol.

Em 1874 foi transferido para Newcastle; em 1876 para Bristol e, finalmente em 1888, para Paris, onde veio a falecer. Eça de Queirós era casado com a Sr.ª D. Emília de Castro Pamplona, irmã do conde de Resende. Colaborou na Gazeta de Portugal, Revolução de Setembro, Renascença, Diário Ilustrado, Diário de Notícias, Ocidente, Correspondência de Portugal, e em outras publicações.

Para o Diário de Notícias escreveu especialmente o conto 'Singularidades duma Rapariga Loura' (1873), publicada como 'livre brinde' aos assinantes do jornal, em 1874, e a descrição das festas da abertura do canal do Suez, a que ele assistiu em 1870, publicada com o título 'De Port Said a Suez', no referido jornal, folhetim de 18 a 21 de Janeiro do mesmo ano de 1870. Na Gazeta de Portugal, de 13 de Outubro de 1867, publicou um folhetim com o título 'Lisboa', seguindo-se as 'Memórias de uma Freira' e 'O Milhafre'; em 29 de Agosto de 1869, o soneto 'Serenata de Satã às Estrellas'.

Fundou a Revista Portugal com a colaboração dos principais e mais célebres homens de letras do seu tempo. Saíram desta revista 24 números, que formam 4 tomos de 6 números cada um. Para este jornal é que escreveu as 'Cartas de Fradique Mendes'. Na Revista Moderna publicou o romance 'A Ilustre Casa de Ramires'.

Mande a sua resenha!

Se você também quer participar da Resenha do Leitor, entre em contato pelo carla.martins16@gmail.com. Vou a-d-o-r-a-r! :)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

As 5 revelações - selo e meme da Elaine!


Vindo dela, é claaaaaaro que eu participaria! Ainda mais pelo motivo que a levou a criar a brincadeira: sua indicação no Veja Blog. Parabéns, querida!

Vamos às respostas:


a) Eu já fui gordinha
b) Eu nunca fui internada
c) Eu sei que ainda tenho muito o que aprender
d) Eu quero ser mãe um dia
e) Eu sonho em viajar o mundo


Indico a brincadeira para blogs que eu adoro:

LiVrOs QuE eU jÁ Li :P
Meu Canto, Minha Prosa
Vem ni mim lili demorada
Chuva de Livros
Entre Páginas
Lucia in the sky
Malos Hábitos
Menina da Bahia
Mulheres Românticas
Colcha de retalhos
tudoporumenoventaenove
Coisas Minhas
Meu Cantinho Da Leitura

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A Virgem na Jaula - Ayaan Hirsi Ali - Companhia das Letras

Eu e minha ansiedade...pedi esse livro em um dos muitos amigos secretos dos quais participo todo ano. Ganhei. Adorei o presente e, como na época não tinha a fila enorme de livros esperando para serem lidos como tenho hoje, resolvi começar logo a ler. O problema é que, na época, não sabia que, antes de A Virgem na Jaula ser publicado, Ayaan Hirsi Ali já havia escrito Infiel. Como toda sequência, um livro complementa o outro e eu acabei lendo o segundo sem ter lido o primeiro. Por isso, às vezes me senti perdida e pouco envolvida com a história.

Achei uma história meio fria, mais sobre política e religião do que sobre as lutas pessoais pelas quais
Ayaan Hirsi Ali passou, que era o que eu esperava encontrar na obra. Mas, certamente, o livro fará muito mais sentido quando for lido depois de Infiel, livro que já está na minha estante, a espera da sua vez. :)

Lerei A Virgem na Jaula de novo, depois, e complementarei essa resenha. Mas, por hora, posso dizer que é um livro muito legal para aprender um pouco mais sobre a cultura muçulmana, alguns casos de desrespeito à mulher e compreender muito da luta de Ayaan Hirsi Ali e sobre seus pensamentos e opiniões. Mas, se você for ler, leia o Infiel primeiro, por favor. :/

Sobre a autora

Após descarregar toda a munição da pistola no cineasta Theo van Gogh, o fundamentalista islâmico Mohammed Bouyeri aproximou-se da vítima. Ajoelhado numa rua de Amsterdã, Van Gogh murmurou: "Tem certeza de que não podemos conversar?". O assassino cortou-lhe a jugular com uma faca de açougueiro e, com outra, espetou no cadáver uma carta endereçada à holandesa de origem somali Ayaan Hirsi Ali: "A próxima será você". Ayaan é parlamentar em seu país e roteirista de Submissão – Parte I, o curta-metragem de Van Gogh sobre a repressão sofrida pelas mulheres no Islã. Veja abaixo:



Esse é um assunto que ela conhece bem. Aos 5 anos, sofreu excisão do clitóris. Aos 22, fugiu de um casamento arranjado com o primo pelo pai. Refugiada na Holanda, trabalhou como tradutora nos centros sociais para imigrantes e foi brilhante universitária de ciências políticas. Na semana passada, sete meses depois da ameaça de morte, Ayaan, uma negra longilínea de 35 anos, desceu de um carro blindado numa ruela de Paris.


Infibulação do clitóris

Aos cinco anos Ayaan e sua irmã de 4 anos sofreram a infibulação do clitóris numa cerimônia organizada pela avó, apesar da oposição do pai a esta prática. Também chamada de excisão faraônica, a infibulação é considerada a pior de todas, pois, após a amputação do clitóris e dos pequenos lábios, os grandes lábios são seccionados, aproximados e suturados com espinhos de acácia, sendo deixada uma minúscula abertura necessária ao escoamento da urina e da menstruação.

Esse orifício é mantido aberto por um filete de madeira, que é, em geral, um palito de fósforo. As pernas devem ficar amarradas durante várias semanas até a total cicatrização. Assim, a vulva desaparece sendo substituída por uma dura cicatriz. Por ocasião do casamento a mulher será “aberta” pelo marido ou por uma “matrona”, mulheres mais experientes designadas a isso. Mais tarde, quando se tem o primeiro filho, essa abertura é aumentada. Algumas vezes, após cada parto, a mulher é novamente infibulada.


Nossa, só de ler isso já fico com uma super aflição...e agoniada por saber que tanta mulher ainda passa por essa mutilação. Será que nos primeiro livro a autora fala sobre esse assunto?

Sobre o livro

A obra é resultado da convivência com outras vítimas de maus tratos sob o jugo do Islamismo. O livro apresenta uma crítica não apenas aos costumes mulçulmanos, mas também ao multiculturalismo e tolerância execissava com que o Ocidente trata este casos.

"Este livro é imensamente importante, veemente, desafiador e necessário. Deve ser lido pelo maior número de pessoas possível, pois diz a verdade - a verdade crua e desconfortável." - Salman Rushdie.

Aqui, é possível conferir uma entrevista publicada na Veja com a escritora.

Veja sua entrevista no Roda Viva:


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Fahrenheit 11 de Setembro - Michael Moore - W11

Indignante. Essa é a palavra que melhor define Fahrenheit 11 de Setembro, a versão em livro do documentário de Michael Moore. O documentário parte de uma premissa (a de que Bush não presta) e, a partir daí, vai reunindo provas, analisando fatos e buscando depoimentos e reforcem / comprovem essa teoria.

Em Fahrenheit, Moore faz jornalismo, mas um jornalismo parcial, que claramente escolheu um lado e foi em busca de provas.

Acusam o autor de caluniador, mentiroso e oportunista. Mas, sendo verdade ou não, tudo o que o livro traz de informação faz, realmente, muito sentido.
E, partindo do princípio de que o acusado é ninguém menos que Bush, confesso que esse já é meio caminho andado para eu acreditar plenamente no que li em Fahrenheit.

Adorei o livro e fiquei super envolvida. Como não assisti ao documentário, posso garantir que a experiência é muito rica para aqueles que assistiram e também para aqueles que, como eu, só ficaram na vontade (ploe menos até agora, porque assim que der vou correndo alugar o documentário!).

O formato do livro talvez seja estranho para algumas pessoas, porque ele é exatamente o roteiro do documentário, com a diferença de que, no final, é possível ler os documentos utilizados para relacionar os fatos abordados, que Moore anexou ao livro. Eu consumi a obra como uma louca, não queria parar de ler, saía andando pela rua com o livro em punho, fazendo caras e bocas ao ler as descobertas do jornalista.

Entenda o Título

Encontrei uma explicação na internet sobre o nome do livro: trata-se de uma brincadeira com o livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury.

Por que vale a pena?

Tendo visto o documentário ou não, o livro vale a pena ser lido, principalmente, porque mostra como o diretor destrinchou os fatos em torno da história política de George W. Bush, dos atentados de 11 de Setembro e da guerra no Iraque, e como os utilizou em sua narrativa documental.

Além do roteiro completo, o livro inclui uma extensa relação de fontes e provas que servem de suporte para os relatos apresentados no filme, reunindo ainda artigos, cartas, fotos e cartuns sobre o mais influente documentário de todos os tempos, elogiado pela crítica e pelo público.

O Filme

Antes mesmo de estrear, o filme já gerava polêmicas e quando entrou em cartaz nos EUA, em 24 de junho de 2004, bateu o recorde de bilheteria para um documentário. O filme de Moore ganhou, com unanimidade, o prêmio de melhor filme de 2004, concedido pelo júri do Festival de Cannes, sendo o primeiro documentário norte-americano a ganhar a Palma de Ouro em Cannes.

Confira a crítica no Omelete.

Assista a algumas partes do documentário:




quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Amante Proibido...ui!


Ganhei esse selinho super criativo da Bárbara, uma querida do Livros que eu já Li.

Obrigada, flor!

As regras:
Responder "Quem seria seu amante proibido?"
Rodrigo Santoro e/ou Johnny Deep (e/ou foi ótimo, né?)

Indicar para outros blogs:
- Lost in Chick-Lit
- tudoporumenoventaenove

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Quando Nietzsche Chorou - Irvin D Yalom - Ediouro

O livro tem uma proposta super interessante e, por isso, fiquei mega curiosa para ler. Trata-se de uma obra que conta a história do início da psicanálise e que junta dois nomes que não viveram na mesma época, como se eles tivessem se conhecido, ficado amigos e até se relacionado como paciente / médico: o Dr. Breuer (um dos pais da psicanálise) e o filósofo Fiederich Nietzsche.

A criatividade, o contexto e o desenrolar da trama são muito bem desenvolvidos na obra, mas o livro não me marcou e, em alguns momentos, até me cansou um pouco.

Porém, a pesquisa realizada em cima das características reais de cada personagem e, depois, a construção de uma realidade paralela em que esses dois personagens se encontram e convivem como se tivessem realmente se conhecido merecem destaque especial. Essas caracteristicas são tão marcantes que, depois de algumas páginas lidas, o leitor começa a acreditar realmente na proximidade das duas figuras históricas, sem saber o que é criação do autor e o que refere-se à pesquisa e a dados reais sobre ambos.

Muita gente gostou, a crítica elogiou mas, em mim, infelizmente o livro não teve o impacto que eu esperava, talvez pelo simples fato de o tema central - a psicanálise - não ser um assunto sobre o qual estudei ou com o qual trabalho. Talvez se fizesse parte mais ativa do meu dia-a-dia, o livro desempenhasse em mim um papel maior.

Não é que eu não tenha gostado do livro, eu até gostei, mas costumo dizer, a quem me pergunta, que eu "gostei médio".

Nas minhas buscas pelo oráculo - Google, o que seria dem im sem você? - encontrei uma resenha que diz exatamente o oposto da minha. Aqui, o livro recebe apenas elogios, e o fato de não ter sido presa e nem ter me envolvido tanto com a história teve o efeito inverso nesse leitor.

Mas, há uma caracteristica muito legal no livro. Por misturar muito ficção e realidade, o leitor, como mencionei a cima, acaba sem saber o que foi obra da imaginação do autor e o que foi resultado de pesquisa. Mas, no epílogo, o autor explica exatamente o que é fato e o que é ficção no seu livro. Muito bom para o leitor entender e não se sentir perdido depois que terminar a leitura.

Virou filme

O livro já virou filme há algum tempo e eu tenho muita curiosidade de assistir, para ver se o efeito é diferente do despertado pelo livro.

Assim como o livro, o filme conta a história de um encontro fictício entre o filósofo alemão Friedrich Nietzsche (Armand Assante) e o médico Josef Breuer (Bem Cross), professor de Sigmund Freud (Jamie Elman). Nietzsche é ainda um filósofo desconhecido, pobre e com tendência suicidas. Breuer passa por uma má fase após ter se envolvido emocionalmente com uma de suas pacientes, Bertha (Michal Yannai), com quem cria uma obsessão sexual e fica completamente atormentado.

O filme tem 105 minutos de duração e é recomendado para maiores de 14 anos.

Diretor: Pinchas Perry. Elenco: Katheryn Winnick, Armand Assante, Ben Cross, Michal Yannai, Jamie Elman, Andreas Beckett, Rachel O'Meara
.

Veja o trailer do filme:




Sobre o Autor

Irvin D. Yalom (nascido em 13 de Junho de 1931) é um escritor americano. Filho de imigrantes russos, formou-se em psiquiatria na Universidade de Stanford e está há 47 anos em Stanford, é ateu.

Tornou-se conhecido quando sua obra Love's Executioner and Others Tales of Psychotherapy, publicada em 1989, alcançou a lista de livros mais vendidos nos Estados Unidos. Na mesma linha, seguiu-se Momma and the Meaning of Life (1999). Seu primeiro romance foi Quando Nietzsche Chorou (1992). Lançou também A Cura de Schopenhauer, Mentiras no divã e Os desafios da terapia.

Em Quando Nieztche chorou, Irvin Yalon romantiza a vida de Friedrich Nietzsche e Josef Breuer. Apesar dos personagens principais da trama nunca terem se conhecido (o próprio autor afirma em suas observações no final do livro), o romance é parcialmente baseado em fatos reais.

Dentre os modernos escritores, poucos têm se mostrado tão capazes de emplacar best-sellers quanto Irvin D. Yalom. Seus livros já foram vendidos em números que ascendem aos milhões e traduzidos para muitas línguas.

Psicoterapeuta por formação, seus livros estão sempre relacionados à psicologia e, por conseqüência, à mente e às idéias. No Brasil, teve destaque apenas quando saiu por aqui seu primeiro romance: Quando Nietzsche Chorou.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Os livros que eu já li

Recebi alguns e-mails muito legais de leitoras interessadas nos livros que leio sobre mulheres muçulmanas.

A maioria compartilha comigo o interesse especial por livros com essa temática. Essa semana, recebi um e-mail da Silvia Ferreira Calçada (adorei conversar com você!) que me deu uma ideia ótima: publicar uma lista dos livros que eu já li sobre o tema.

Resolvi atender rapidinho ao pedido dela e tomei o cuidado de deixar o link para aqueles sobre os quais já escrevi aqui no blog. Os que não têm link, é porque eu já li, mas ainda não fiz resenha.

Então, lá vai. Confira todos os livros que falam sobre a vida de mulheres muçulmanas que eu já li:

Desonrada - Mai Mukhtar e Marie-Thérèse Cuny - Best Seller

A Cidade do Sol - Khaled Hosseini - Nova Fronteira

Princesa - Jean P. Sasson - Best Seller


As Filhas da Princesa - Jean P. Sasson - Record


Princesa Sultana - sua vida, sua luta - Jean P. Sasson - Best Seller

Vida Dupla - Rajaa Alsanea - Nova Fronteira

Infiel - Ayaan Hirsi Ali - Companhia das Letras


A Virgem na Jaula - Ayaan Hirsi Ali - Companhia das Letras


Prisioneira em Teerã - Marina Nemat – Planeta


Minha briga com o Islã - Irshad Manji – Francis


Minha Vida como Traidora - Zarah Ghahramani e Robert Hillman - Ediouro

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Um pouco da Elaine...


A querida Elaine, do Um pouco de mim, fez uma homenagem lindíssima para o meu blog. Fiquei até emocionada quando li.

E, olhando ali do lado já dá para perceber que o seu post trouxe mais alguns seguidores super bem-vindos aqui pro Leitura.

Obrigada!!!

Dá uma passada no blog dela (que é ótimoooo, então, aproveitem e adicionem o endereço aos seus blogs favoritos!) e leia o post na íntegra.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Agradecimento (mais que) merecido


Obrigada aos 170 seguidores que me fizeram mais feliz nesses 6 meses de blog! Alcançar esse número de leitores em tão pouco tempo foi uma das surpresas maravilhosas que esse ano trouxe para mim.

Mega obrigada!!!!


Isso é tudo que preciso para continuar firme e forte nos meus posts diários! :)



(e, para quem passa por aqui, mas ainda não me segue: é só clicar aqui do lado direito)